terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fotos do Curso sobre Posturas

Algumas fotos do curso sobre posturas ministrado por Guru Prem

































































































































































































































quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Breve história sobre o Sikhismo - 2a Parte





Guru Angad (1504-1552), o segundo Guru viveu em Khadûr, hoje no distrito de Amristar, que se tornou naquela época um novo centro da fé Sikh. Como seu predecessor, ensinava às pessoas as virtudes da devoção e da dedicação ao serviço aos outros. Tratava dos doentes e dedicava suas tardes ao ensino das crianças, iniciando-as no sistema de escrita gurmukhî.
Guru Amar Dâs (1479-1574) se fixou em Goindvâl criando um sistema eclesiástico bem estruturado e estabeleceu 22 nanjîs, (dioceses ou distritos de pregação), algumas governadas por mulheres.Deu especial importância ao combate das injustiças sociais às quais estavam submetidas as mulheres de seu tempo, considerando esta luta como uma tarefa urgente. Guru Ram Das (1534-1581), Nanak IV, estabeleceu um novo centro Sikh o qual ultrapassou todos os demais pela sua importância. Em 1577 ele comprou na cidade de Tuñg, a 40Km, ao noroeste de Goindvâl, uma grande extensão de terra na qual construiu sua morada. Esta foi a origem de Amritsar que se tornou a capital do Sikhismo e que, como o tempo provou estava prometida para alcançar enorme desenvolvimento em todos os setores.
Com Guru Arjun (1563-1606) o quinto Guru, o Sikhismo foi ainda mais consolidado. Seus ideais religiosos e sociais foram colocados em prática de forma mais profunda. Em 1589 mandou construir um templo no meio de um lago em Amritsar – o Santo Harimandir - Templo Dourado como é conhecido atualmente. Fundou duas outras cidades – Tarn Târan e Kartârpur – consideradas sagradas pelos Sikhs. Outra tarefa levada a cabo por Guru Arjun foi a codificação das composições literárias dos Gurus em uma versão oficial, preservando-a assim para a prosperidade. O Granth Sâhib (Mestre Livro) foi instalado em 16 de Agosto de 1604 no centro do santuário principal de Harimandir em Amritsar. Em 30 de maio de 1606, morreu torturado por ordem do Imperador Jahangir sendo isto, fator decisivo para a militarização do Sikhismo.
Guru Hargobind (1595-1644), o sexto Guru, filho de Guru Arjun, compareceu à cerimônia de sua investidura com um equipamento de guerreiro. Carregava duas espadas: uma simbolizando sua investidura temporal e outra sua investidura espiritual, deixando claro, de uma vez por todas que, para o Sikhismo, as coisas terrestres e não terrestres não são separadas. Vendo que os meios pacíficos não eram suficientes para eliminar as injustiças e a tirania, ele legalizou o uso da espada. Todavia, embora seu estilo marcial e dos conflitos armados dos quais participou, levou uma vida pessoal de hábitos simples, como o de seus predecessores e cumpriu seus deveres religiosos com a mesma devoção e dedicação.
Guru Har Râi (1630-1661), Nanak VII, fez viagens por todo Punjab mantendo um programa missionário vigoroso. Seu filho Guru Har Krishan (1656-1664), Nanak VIII, desde a idade de 6 anos era um curador.Aos 8 anos de idade durante uma epidemia de varíola em Dehli curou almas doentes sacrificando-se a si mesmo para que outros pudessem viver.
Guru Tegh Bahâdur (1621-1675), o nono guru, usava uma cruz. Deu sua vida para defender o direito de seu povo em manter sua fé. Deu um novo estímulo para a história do Sikhismo. Seu filho, Guru Gobind Singh (1666-1708) o último dos gurus Sikhs, terminou com a linhagem dos Gurus pessoais, deixando como seu sucessor o Guru Granth. Criou a ordem marcial Khalsa ou “organização da pureza”. Sua fundação se deu em situação dramática, em 30 de maio de 1699, nas colinas de Sivâliks. Os cincos Sikhs que ofereceram sua vida atendendo ao chamado do Guru Gobind Singh, foram iniciados como os cinco primeiros membros da ordem e considerados os eleitos de Deus. Eles formaram o núcleo inicial da ordem criada pelo Guru Gobind Singh a qual se caracterizava por ser uma associação sem casta, guerreira e de total abnegação a causa Sikh. Cada um deles recebeu o cognome de Singh, que significa leão, e deveriam trazer sempre consigo os cinco emblemas da Khalsa:
Kesh -cabelos não cortados,
Kanga - pente de madeira preso nos cabelos em sinal de renúncia ao mundo
Kara - bracelete de aço,
Kachera - roupa íntima de algodão, símbolo da pureza e castidade.
Kirpan- punhal.

Este é um símbolo da fé Sikh, também chamado de Kanda. É formado por uma espada central que simboliza a crença em um Deus único; um círculo central simbolizando a unidade e a aura daqueles que a usam e duas espadas laterais simbolizando a proteção ao temporal e ao espiritual.
Quando estamos enfraquecidos em nosso poder, nós chamamos o Adi Shakti – o Poder Primordial. Com esta saudação nós adquirimos os quatro aspectos de Shakti - o Primordial, o Total, o Criativo e a Reserva de Shakti que nos abre o poder.
Bhakti (devoção) cria Shakti e Shakti pode criar Bhakti. Estão intimamente ligados.

BIBLIOGRAFIA—Harbans Siingh e Delahoutre Michel.O Sikhismo Antologia da Poesia Religiosa Sikh. Centro de História das Religiões, Universidade Católica de Louvain, Louvain-La-Neuve,1985

domingo, 4 de outubro de 2009

Breve história sobre o Sikhismo - 1a Parte




A palavra Sikh provem do sânscrito shishya que significa discípulo ou aluno. A língua páli, língua dos escritos budistas, possui o termo Sekha. Mas foi a forma Sikh ,na língua Penjab, que acabou sendo usada para designar os discípulos de Guru Nanak e de seus nove sucessores.
O Sikhismo nasceu no Penjab, noroeste da Índia, região cortada por cinco rios de onde originou seu nome, PANJ (cinco) AB (rio).
O fundador da fé Sikh, Guru Nanak, nasceu em 1469. Seu pai, Kalyan Chand (Kalú), pertencia a um clã de kshatrias (guerreiros) e vivia numa pequena cidade a 60 km ao sudoeste de Lahore.
O homem, para Guru Nanak, é a criação de Deus e participa de Sua própria Luz. Uma vez que o homem é da linhagem divina, ele é essencialmente bom e não mau.
O mal, segundo o Sikhismo, não é algo inerente à condição humana. Ele provém da ignorância do homem sobre sua origem divina e de seu haumai (1), causa de todos os sofrimentos; o que o separa de sua Fonte Original.
Ele chamava o Ser Supremo Único e sem forma simplesmente de Um (Ek Ong Kar), sem segundo, que é eterno, infinito e que penetra em tudo. Ele não é limitado pelo tempo. Ele existe por si mesmo desde sempre e Ele é a fonte do Amor e da Graça.
Os sikhs buscam a união com Deus através da leitura do Guru Granth Sahib e através de serviços prestados à comunidade.
1. haumai- o ego e a preocupação consigo mesmo que acaba levando o indivíduo à cegueira espiritual e ao desconhecimento.

Guru Nanak não ensinava sua própria sabedoria, ele pregava aquilo que segundo ele dizia, o Senhor lhe havia ensinado. Em sua bani ou Palavra inspirada, ele falava enquanto testemunha de uma Revelação. Em um de seus versos diz: “Da forma como o Senhor envia a Palavra eu a transmito”. Ou ainda, “Eu digo somente aquilo que Tu me fazes dizer”. É desta forma que Guru Nanak considerava ter cumprido a tarefa que Deus lhe havia confiado. No fim de suas viagens de pregação foi morar em uma pequena vila fundada por ele mesmo, na margem do rio Ravî. Neste local formou-se uma comunidade de discípulos, uma associação de homens engajados em suas ocupações diárias. O elemento fundamental desta reestruturação da vida religiosa e social era o espírito seva, ou o serviço voluntário. Ações concretas de caridade e assistência mútua eram realizadas voluntariamente com zelo e engajamento pessoal e consideradas como um dever piedoso por todos os membros. Guru Nanak cultivava suas próprias terras para garantir a subsistência de si mesmo e de sua família. Esta sociedade que começava a se estabelecer foi precursora do Sikhismo histórico e recebeu de Guru Nanak toda sua inspiração. Foi ele quem determinou suas principais verdades e doutrinas. Sob sua inspiração o Sikhismo adquiriu certos traços institucionais característicos como: o sangat, ou seja, a associação santa em comunidade, o dharmasâla (gudvârâ) e o Iangar (refeitório comunitário). Esta sociedade era depositária das palavras do Guru, através das banis ou Palavras reveladas. Tinha um sistema próprio de escrita, o gurmukhî, (o que sai da boca do Guru), no qual as banis eram deixadas para a posteridade e um estilo próprio para cantá-las.Os membros desta comunidade eram homens simples – agricultores, artesões, mercadores que renunciaram seus antigos laços e aceitaram Guru Nanak como seu Mestre.
Todos rejeitavam o sistema de castas, o culto das imagens e o ritualismo vazio. Apoiavam-se em uma fé ardente no Divino, em práticas morais verdadeiras e em uma aceitação plena da vida. Seus ideais de fraternidade e de seva e suas preocupações quotidianas foram os elementos determinantes da evolução posterior do Sikhismo. A nomeação de um sucessor foi fundamental para a continuação de ensinamentos de Guru Nanak. Seu sucessor foi escolhido entre seus discípulos. Seu nome era Lahinâ, mas Guru Nanak o chamava de Angad, ou seja, um membro de seu próprio corpo, uma parte de si mesmo. Angad se tornou Nanak II. Este processo se repetiu até os tempos do décimo Guru, Guru Gobind Singh. A Luz passava de um corpo para outro (cadeia dourada). A imagem, segundo a tradição Sikh, descreve este processo como sendo o de uma chama que se ascende a partir da outra. O Sikhismo reconhece, desta forma, os dez Gurus que foram um em espírito, embora diferentes no corpo. Eles participaram da mesma luz e revelaram a mesma verdade. Até hoje eles são assim considerados pelos seus fiéis. No sistema Sikh a palavra Guru só é utilizada para os dez profetas espirituais – de Guru Nanak ao Guru Gobind Singh –
Atualmente o cargo de Guru é ocupado pelo Guru Granth – o Livro Sagrado – que foi elevado ao cargo por Guru Gobind Singh, antes de sua morte em 1708. Para os Sikhs o Guru é o Mestre Santo, o Profeta sob autoridade direta de Deus e somente os dez Gurus que se sucederam e o Guru Granth merecem este título.

Fim da 1a parte.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Saúde

Sugestões de Yogi Bhajan para melhorar a saúde

GENGIBRE

Libera toxinas do corpo e ajuda o sistema nervoso.
ALHO - Elimina parasitas.

CEBOLA
Para purificar o sangue é bom comer cebolas fritas.

PAPAIA, AMEIXA EM PASSAS E LIMÃO
No café da manhã ajudam no sistema digestivo.

ALCACHOFRAS
Limpa o fígado – 3 por semana.

TAMARINO
Ajuda nos problemas de próstata, câncer, gripe e ajuda baixar o peso.

GOIABA
Tomada com sal negro (que não é sal e sim enxofre) – ajuda a melhorar o bom humor.

BANANA
Uma banana pela manhã equilibra o potássio, cálcio e a urina no corpo.

PASSAS
Uma colher de uva passa tomada depois das 4 da tarde reduz a depressão.

PARA ALCOOLATRAS
Para reduzir o vício – bata no liquidificador, 1 copo de suco de (toronja) com um punhado de uvas passas e tome quando tiver vontade de tomar álcool.

MANGA
Manga com leite ajuda aumentar o peso (bata no liquidificador).
Manga com limão ajuda emagrecer.
A manga tem alto teor de iodo, por isso ajuda em qualquer tipo de problema de tireóide.

LICHIA
Uma lichia fresca usada como sanduíche, amassada e aquecida ajuda no bom humor.

MELANCIA
A parte branca entre a casca verde e a fruta vermelha ajuda perder peso e equilibra os minerais do corpo.
Uma dieta de um dia comendo melancia ajuda perder pesos, limpa os rins, a vesícula biliar e o fígado. Se comer pela manhã com pimenta negra recém moída colocada por cima, absorve os gases.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O que significa YOGA

Yoga significa ‘’ União “.

Não é uma filosofia, religião, ritual ou forma de ginástica. É exercício e meditação, que nutre o físico e mente. É uma disciplina e tecnologia, um meio natural para tornar-se saudável, feliz e autocontrolado. É a fusão da mente, corpo e espírito, um estilo de vida de segurança física, projeção intuitiva e inteligência aplicada”.

O propósito da vida é progresso. Nos estamos aqui para nos elevarmos e elevar nossa consciência. Nós estamos constantemente crescendo, não somente no nosso mundo exterior, mas também em nossa realidade interior, mudando gradualmente da escuridão e ignorância para luz e profunda sabedoria. Durante o percurso nós trabalhamos para equilibrar nossos triunfos e responsabilidades, os débitos e créditos ocorridos nas experiências de vida, também conhecidos como Karma e então “ir para casa”. Existe um ritmo e uma beleza natural para este projeto. Os Yoguis dizem que nós “alugamos” nosso corpo para completar este processo, que é a união com nossa Alma, centro de nossa vida e energia.

As técnicas da yoga formam o sistema mais antigo conhecido de desenvolvimento pessoal. Muitos dos problemas que enfrentamos em nossas vidas são limitações pessoais. Elas se originam de crenças doentes, hábitos pobres e existência inconsciente. Não nos treinamos na ciência do ser interior. Não sabemos que prioridade dar ao mundo interior e exterior. A yoga busca o equilíbrio em todos os aspectos da sua vida e trata das necessidades do corpo, mente e espírito por igual, para uma vida plena e feliz.

A meta da yoga é ter uma “união” entre as diversas partes para criar uma totalidade poderosa, integra e efetiva. Se as suas pernas vão em uma direção, seu tronco em outra e sua mente para uma outra, você levará muito tempo lutando contra si mesmo. Esta é a condição que nós encontramos internamente. Você quer fazer algo, mas sua voz interior lhe adverte do fracasso. As duas emoções, medo e determinação, lutam entre si para controlar a sua ação.

A yoga permite que você tenha o controle de suas ações através de uma consciência mais alta de si mesmo, como um ser consciente. Estabelece o próprio Ser Observador. O primeiro passo é calma. Um relaxamento profundo e neutralidade interior detém a guerra dos elementos internos. Quando o som baixa o volume você começa a sentir uma claridade e calma interna. Isto é o que chamamos de consciência. Quando começamos a atuar conscientemente, deixamos de reagir aos elementos de seu mundo exterior e interior. Sabe os efeitos de uma ação antes de fazê-las. Você obtém intuição. Você está no controle sendo exatamente quem é.

A meta da yoga é ser conscientemente consciente, para que suas ações sejam completas e equilibradas. Começa a sentir uma grandeza e vastidão para a dimensão de sua consciência. A meta da yoga é unir a sua sensação de ser limitado e finito com sua capacidade como parte do espírito e consciência ilimitados.

Quando o medo se desfaz, você ganha dignidade, experiência, divindade interna, acalma a mente, fortalece seus nervos e glândulas e começa a viver completamente como um ser humano. Enfrenta os desafios e as etapas da vida criativamente e com gratidão.

A energia fundamental da consciência chama-se “Kundalini”. Quando você começa a fazer a maestria dentro de você, a energia Kundalini começa a fluir. abre em você a experiência e o uso de seu potencial completo. Cura e organiza seu sistema neurológico e endócrino. É a meta de todas as yogas.

Kundalini Yoga é a forma de prática yoguica que atua mais direta e rapidamente com o coerente e seguro crescimento de sua consciência interna.

Também pode ser útil dizer qual NÃO é a meta da yoga. Não é fazer das pessoas acrobatas. A flexibilidade física é um dos benefícios que se obtém através da prática de posturas (asanas). Mas pouco significa se não há flexibilidade mental e compromisso espiritual. A meta não é ser humano com grandes poderes. Os yoguis e os humanos felizes não são pequenos grupos de milagres. Não é um estado maior do que ser um Ser e nós aceitarmos como somos, com toda a energia e potencial que necessitamos. Nós temos grande intuição e sensibilidade se simplesmente usamos o que possuímos.

A meta da yoga não é lhe levar à uma religião ou grupo. Yoga – disciplina para cultivar uma consciência alta – tem sido praticada por todas as religiões. A prática da yoga leva você a um aumento de sua consciência espiritual e dá poder a sua própria sensibilidade de presença espiritual. Isto se explica usualmente? Através da própria religião. Para alguns será uma forma mis clara de ver o significado da vida e a contribuição que podemos fazer à ela.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

NUTRIÇÃO

10 REGRAS DE OURO DA NUTRIÇÃO

1. Atmosfera tranqüila
2. Preparar a comida com bons ingredientes. O melhor é o amor. Gostar de fazer isto.
3. Apresentá-la alegremente. Criar um ambiente limpo e relaxado.
4. Apreciar o alimento que foi preparado para você.
5. Fazer uma oração antes de comer. Agradeça. Os pensamentos positivos ou mantras são energias que afetam os alimentos.
6. Uma vez por semana, deixe descansar seu sistema digestivo.
7. Se não puder digerir ou eliminar um alimento, não coma.
8. Agradeça ao Cosmos por que tem a comida e à Mãe Terra porque lhe proporciona o alimento.
9. Coma para viver, não viva para comer.
10. Descanse depois de comer (dez minutos são sagrados: não ler, não conversar, não assistir a TV, apenas estar).


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Curso de Posturas com Guru Prem


" Há duas maneiras de fazer uma postura: a maneira fácil e a maneira errada.
A facilidade vem de movimentar-se em harmonia com o desenho do corpo e a força da gravidade. A maioria das posturas é de equilibrio, não são posturas de força e resistência".
Guru Prem

Em São Paulo
Dias 24 e 25 de Outubro
Info: 11 - 9968-5817

Saiba mais

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Novas fotos

Novas fotos da turma de formação de professores 2009:







sexta-feira, 10 de julho de 2009

Curso de Numerologia Tântrica - Nova Data

Baseado nos ensinamentos do Yogi Bhajan

A Numerologia Tântrica e a Kundalini Yoga são presentes trazidos ao Ocidente pelo Mestre Yogui Bhajan, MAHAN TÂNTRICO da nossa época – autoridade mundial em Yoga e Meditação.

Próxima turma - Nível I
Nova Data

Dias 18 e 19 de Julho (Sábado e Domingo)
Investimento: R$ 400,00
Matriculas abertas
Inscrições

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Turma de Formação de Instrutores de 2008